27.7.15
Divulgação de Projectos # 32
24.3.14
19.3.14
Oferta de emprego # 164
13.3.14
Oferta de emprego # 160
Lar de idosos em Guerreiros - Loures precisa de animador de idosos para 6 horas semanais
Requisitos:
- Formação em Animação de Idosos
- Experiência em Lar de Idosos
Possibilidade de trabalhar em regime de prestação de serviços
Enviar CV para anossaescolha@ilaz.pt
Fonte: Netempregos
Oferta de emprego # 159
6.3.14
Oferta de emprego # 157
28.12.12
Biblioteca # 53
Sinopse:
21.8.12
Oferta de emprego # 54
7.3.12
Ciclo de Conferências em Serviço Social- Idosos (UTAD)
Mais informações aqui.
2.2.12
Biblioteca # 33

6.11.11
Site...
Idosos Activos

Este site aborda o conceito de envelhecimento, dando igualmente algumas sugestões de métodos e técnicas de Jogos para Idosos.
Para consultar aqui.
14.9.11
Biblioteca # 21

Editor: Psicosoma
Preço: 15,75 €- COMPRAR
Sinopse:
A autora começa por analisar a evolução demográfica quer a nível europeu quer em Portugal e respectivas perspectivas até 2060 tecendo algumas considerações socio-sanitárias, tendo em vista estratégias de intervenção.
3.9.11
Biblioteca # 20
Editor: LivPsic
Preço: 16,65 €- COMPRAR
Sinopse:
Este livro surge como um instrumento a ser usado por todos os que contactam diariamente com a população idosa nos mais diversos locais, entre os quais, Centros de Dia, Lares de 3ª idade… Durante anos a população idosa foi objecto de exclusão social, não se valorizando a riqueza humana e espiritual que esta população foi adquirindo ao longo da vida. É importante que tiremos partido das experiências e ensinamentos, assim como também proporcionar um envelhecimento activo e digno. O jogo proporciona benefícios para a saúde física e mental dos idosos. O facto de o idoso se manter ocupado com actividades gratificantes, ajuda a diminuir sentimentos de solidão, melhora o humor e motivação, facilita a adaptação à aposentadoria, expande a satisfação dos níveis de vida, melhora a comunicação das competências, potencia a percepção sensorial, exercita as competências cognitivas, aumenta os níveis de auto-estima e melhora a manutenção de hábitos saudáveis.
Desta forma, é importante proporcionar a esta população um ambiente aconchegante e agradável, criando eventos e fornecendo entretenimento e lazer, para que se possam sentir úteis e possam usar as suas capacidades manuais e intelectuais; assim como proporcionar momentos em que o idoso terá oportunidade de criar e sonhar.
28.6.11
21.6.11
E para quem intervem com a Terceira Idade...
- Áreas Profissionais: Animação Sócio-Cultural, Educação Social, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia, Serviço Social
- Problemáticas da Terceira Idade
- Respostas Sociais: Lar, Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário, Unidade de Cuidados Continuados
- Links e Bibliografia
- Formação e Ofertas de Empego
6.6.11
II Conferência: Eldery, Education, International Relationships and Social Development (Braga)

Segunda Conferência da European Society of Research on the Education of Adults (ESREA) da rede sobre Education and Learning of Older Adults (ELOA)
Second Conference of ESREA Network on Education and Learning of Older Adults (ELOA)
Universidade do Minho
Instituto da Educação
25, 26 e 27 de Outubro 2011, Braga, Portugal
Adultos Idosos, Educação, Relações Intergeracionais e Desenvolvimento Social
Tema da Conferência
O envelhecimento da população tem sido um assunto bastante tratado em diferentes meios e por diversos actores sociais, nomeadamente do sector da política e do meio académico. Este interesse e preocupação pelo envelhecimento populacional deve-se a vários factores, com destaque para as suas consequências económicas e sociais.
No entanto, ao nível das políticas públicas, e nalguns países, as áreas de intervenção situam-se, essencialmente, na esfera da protecção social e na da saúde. Não deixando de salientar a importância que estas duas áreas de intervenção desempenham para os adultos idosos, particularmente para aqueles cujos rendimentos, estado de saúde e redes de suporte são de maior fragilidade, deve-se também problematizar o papel que a educação pode ter nesta fase da vida.
Assim, a ELOA pretende ser um espaço de discussão, de troca de experiências, conhecimentos e saberes sobre a educação dos adultos idosos focando uma diversidade de temas e problemáticas. Neste contexto, a segunda Conferência pretende continuar o trabalho iniciado em Outubro de 2010, em Munique.
O tema proposto, ”Adultos Idosos, Educação, Relações Intergeracionais e Desenvolvimento Social”, permite contemplar diferentes abordagens e problemas. Passemos, assim, à sua apresentação:
a) A modernidade que conduziu à separação dos espaços e tempos entre a infância e o mundo dos adultos. Neste cenário podem ser colocadas diferentes questões, como a cidadania dos idosos, o direito dos idosos à educação e a sua relação com as gerações mais novas.
b) O ciclo de vida ternário (em que à infância e juventude corresponde um tempo de aprendizagem e preparação para a vida adulta e produtiva, ao grupo considerado dos adultos corresponde a vida activa e ao grupo considerado dos mais velhos corresponde a reforma) está actualmente a ser posto em causa, apesar de ainda ser marcante na estruturação da vida social. Esta possível alteração do ciclo de vida implica que a educação não seja mais exclusiva do grupo da infância e da juventude, mas percepcionada na forma de educação ao longo da vida, incluindo, para além dos adultos, os idosos. Neste contexto, pode-se questionar as políticas, quer de protecção social, quer de educação de adultos, e os diferentes desafios e mudanças de que actualmente são alvo. Também não deixa de ser importante problematizar a solidariedade geracional que estava na base do estado social e a alteração que se propõe actualmente na possível configuração do Estado e das suas políticas, nomeadamente no que concerne às políticas de educação de adultos.
c) Um outro eixo de reflexão proposto é a questão do impacto da esperança de vida nos sistemas de reforma, nos sistemas de saúde e nos sistemas económicos. Assim, a proposta da União Europeia, face a este problema, foi promover a estratégia de envelhecimento activo, que se traduziu, por exemplo, no aumento da idade da reforma e no aumento do tempo de permanência no mercado de trabalho dos trabalhadores mais velhos. Neste cenário, novas problemáticas devem ser trazidas para a discussão e de modo específico em relação aos trabalhadores mais velhos, ao seu acesso à formação, às relações intergeracionais no local de trabalho, assim como ao papel de aprendizagem ao longo da vida na adaptação dos mais velhos ao posto de trabalho.
d) Outra dimensão a analisar diz respeito às alterações no seio da família e o papel que os mais velhos desempenham no seio dessa rede de relações, tendo em conta diferentes variáveis como o género, a idade, o estado de saúde, a classe social e a etnia, não deixando de articular a função educativa neste contexto de educação informal e no seio destas relações intergeracionais.
e) Como a pós-modernidade pode contribuir para induzir sentimentos de incerteza nos mais velhos acerca da sua própria identidade, face ao contexto social, caracterizado pela mudança rápida de muitos dos seus aspectos constitutivos. Desta forma, a educação pode vir a desempenhar um papel importante no desenvolvimento social, laboral e pessoal dos mais velhos e permitir que se tornem construtores da sua própria história.
Orientações para submissão de resumos e de comunicações
A língua da conferência é o Inglês nos dias destinados para a apresentação de comunicações, sendo bilingue (Português e Inglês) em alguns casos. Assim, todos os resumos e comunicações devem ser realizados em inglês. Devem igualmente ser apresentados numa folha A4, contendo o título e cinco palavras-chave e não devem ultrapassar as 500 palavras. Numa outra folha devem constar o(s) nome(s) do(s) autore(s), instituição, endereço e email. Por favor, use Times News Roman, 12. Os resumos serão avaliados pela Comissão Científica.
· Todos os resumos devem ser submetidos até 3 de Julho de 2011 para o seguinte e-mail: eloa2011@ie.uminho.pt
· A confirmação da sua aceitação será até 31 de Julho de 2011.
· As versões finais das comunicações, não excedendo as 5000 palavras, incluindo as referências bibliográficas, devem ser entregues até dia 5 de Setembro de 2011 e enviadas para o seguinte e-mail: eloa2011@ie.uminho.pt Por favor, use Times News Roman, 12 e o sistema de referências APA (American Psycological Association).
· As apresentações orais das comunicações serão organizadas do seguinte modo: 20 minutos para a apresentação, 10 minutos para o comentador e 15 minutos para o debate geral.
Orientações sobre bolsas da ESREA
Esta Conferência providenciará 3 bolsas para apoiar a participação de estudantes de doutoramento.
Os estudantes de doutoramento, para serem seleccionados precisam de ser membros da ESREA ou pertencer a uma instituição que seja membro da ESREA, devendo submeter uma comunicação que será posteriormente selecionada. A candidatura à bolsa deve ser feita até 31 Agosto de 2011 para eloa2011@ie.uminho.pt
Montante da inscrição
Membros da ESREA/docentes e Investigadores da U.M. 50 Euros
Estudantes de Doutoramento/Mestrado 30 Euros
Não-membros 100 Euros
O pagamento da inscrição desse ser efectuado até 4 de Setembro de 2011.
Os dados bancários para pagamento das inscrições são os seguintes:
· Pagamentos nacionais: NIB: 0035.0171.00167322630.15
· Pagamentos internacionais: IBAN: PT500035.0171.00167322630.15 Código Swift: CGDIPTPL
Os participantes deverão enviar para o e-mail do evento, eloa2011@ie.uminho.pt, o respectivo comprovativo de pagamento da inscrição.
Comissão Científica
Almerindo Janela Afonso (Universidade do Minho, Portugal)
Ana Alexandre Fernandes (Universidade Técnica de Lisboa)
António Fragoso (Universidade do Algarve, Portugal)
António Simões (Universidade de Coimbra)
Bernhard Schmidt-Hertha (Universidade de Munique)
Carlos Estêvão (Universidade do Minho, Portugal)
Esmeraldina Veloso (Universidade do Minho, Portugal)
Jim Soulsby (Universidade de Leicester, Reino Unido)
Leif hansen (Universidade de Roskilde, Dinamarca)
Manuel Sarmento (Universidade do Minho, Portugal)
Paula Guimarães (Universidade do Minho, Portugal)
Tarja Tikkanen (Universidade de Stavanger, Norurega)
Comissão Organizadora
Cristina Alexandra (Universidade do Minho, Portugal)
Daniela Silva (Universidade do Minho, Portugal)
Esmeraldina Veloso (Universidade do Minho, Portugal)
Fernanda Martins (Universidade do Minho, Portugal)
Maria Faria (Universidade do Minho, Portugal)
Paula Guimarães (Universidade do Minho, Portugal)
19.5.11
Reflexão Notícias # 14 (Cuidados a Pessoas Idosas)
Portugal é o país da OCDE que menos gasta em cuidados com a população idosa
Em causa estão serviços de saúde, que incluem por exemplo cuidados paliativos, e por outro lado assistência domiciliária ou lares de terceira idade.
Os números referentes a Portugal, registados pela OCDE, não indicam também despesa privada nacional em serviços para a população idosa (ou cuidados cuidados, como também lhes chama a OCDE), ao contrário do que sucede para a maioria dos países analisados.
Em meados de 2008, em Portugal, 61 por cento da rede nacional de prestadores de cuidados continuados eram Misericórdias, 16 por cento outras organizações não-lucrativas, 11 por cento entidades do Serviço Nacional de Saúde e 12 por cento entidades totalmente privadas.
Actualmente, de acordo com as informações estudo, as Misericórdias já contam apenas por 48 por cento da rede, enquanto se assistiu a uma rápida subida do peso dos privados, que são 23 por cento dos prestadores. Outros 20 por cento são hoje organizações não lucrativas e nove por cento entidades do serviço nacional de saúde.
Os países do Leste da Europa (República Checa, Eslováquia, Hungria e Polónia), e também a Coreia, estão também entre aqueles que menos despesas fazem neste domínio.
No extremo oposto, encontram-se Suécia, Holanda, Noruega e Finlândia, os dois primeiros com uma despesa em cuidados continuados que corresponde a 3,6 e 3,5 por cento do PIB, respectivamente.
De acordo com o estudo da OCDE, os gastos neste domínio deverão duplicar, ou mesmo triplicar em termos globais, até 2050, devido ao envelhecimento da população. “Os governos têm de melhorar o acesso às suas políticas de cuidados cuidados e dar um melhor apoio a cuidados familiares e profissionais”, diz a organização.
O estudo “Quer-se ajuda? Providenciando a pagando pelos cuidados a longo prazo” refere que metade da população que necessita de cuidados tem 80 anos ou mais. O peso deste grupo da população nos países da OCDE irá ser de uma pessoa em cada dez, em 2050, face a uma pessoa em cada 25 em 2010.
Dois dos países onde essa importância será maior são o Japão e a Alemanha, onde a percentagem de população com mais de 80 anos irá atingir, respectivamente, 17 por cento e 15 por cento em 2050.
“Melhorar o estatuto da força de trabalho dos cuidados a longo prazo, aumentando os salários e as condições de trabalho, é fundamental”, alerta o relatório.
“Os cuidados cuidados são demasiado caros para todos, pelo que apenas os mais ricos os podem pagar. Os países têm de espalhar o peso destes custos altos, ou através da prestação de serviços universais aos que têm mais necessidade ou por meio de parcerias público-privadas”, conclui a OCDE.
7.3.11
13.1.11
Biblioteca # 7

A Relação de Ajuda no Encontro com Idosos. Testemunhos, Reflexões e Propostas















