5.1.15
Oferta de emprego # 203
Monitor Ciências Sociais e Humanas
A Valoriza (Associação de Desenvolvimento Local) pretende adimitir, para o seu Centro de Atividades Ocupacionais, olaboradores para completar os seus Recursos Humanos:
1 Monitor(a) - Licenciatura em Ciências Sociais e Humanas
Local de trabalho: CAO SER IGUAL localizado na antiga EB1 Eirado - Amares
Requisitos preferenciais: Experiência na área à qual se candidata; Naturalidade e/ou residência no concelho de Amares; Inscrito no IEFP há pelo menos 6 meses.
Candidatura: Carta dirigida ao Presidente da Direção da Valoriza. A candidatura tem de ser enviada obrigatoriamente por e-mail (valoriza@valoriza.pt) até ao dia 7 de janeiro, inclusive, acompanhada de Curriculum Vitae, cópia do Bilhete de Identidade, documentos comprovativos das habilitações literárias, formações e experiências profissionais.
30.12.14
Biblioteca # 75
Trabajo Social en el siglo XXI: Una perspectiva internacional comparada
Autor (es): Enrique Pastor Seller & Maria Asunción Martínez-Roman
Ano de edição: 2014
Editor: Grupo 5 Acción Gestion Social
Editor: Grupo 5 Acción Gestion Social
ISBN: 9788494257902
Preço: 25,56€ - COMPRARSinopse:
Trabajo Social en el siglo XXI: una perspectivas internacional comparada traza un mapa y una hoja de ruta de la situación actual y futura del trabajo social en España - abordando temáticas de alto interés (innovación docente, transferencia de resultados e investigaciones, práticas y supervisión, trabajo de fin de grado, postgrado y doctorado, internacionalización, crisis, ciudadanía, acesso universal a la universidad, revistas y congresos científicos y situación de la profésion) - y analiza la situación actual y futura del trabajo social en el ámbito internacional a partir de las realidades de Portugal, Italia, Canadá, Israel, México y Estados Unidos. Una obra colectiva en la que, integrando docencia investigación y oarticipación participan 25 docentes e investigadores de prestigio internacional y están representadas 20 universidades de todo el mundo, contribuyendo a la construcción de conocimiento en el ámbito del trabajo social.
Un texto de referencia para docentes, investigadores y estudiantes de grado, postgrado y doctorado del Trbajo Social que ofrece oportunidades de debate y reflexión que van más allá del momento actual, planteando nuevos retos y escenarios futuros.
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Oferta de emprego # 202
Assistente de Planeamento e Controlo de Serviços (M/F) (Oeiras)
A Comfort Keepers, empresa líder mundial da indústria "in home health care", pretende integrar na sua equipa um Assistente de Planeamento e Controlo de Serviços.
Funções Essenciais:
• Efetuar a programação de turnos e horários, reprogramar trocas;
• Comunicar novos serviços, modificações ao cliente e aos cuidadores;
• Participar em rotatividade na função on-call;
• Processar as remunerações devidas pelos serviços prestados;
• Plantões rotativos;
• Atendimento telefónico.
Requisitos Mínimos:
- Licenciatura na área das Ciências Sociais e Humanas, Mestrado (preferencial);
- Experiência comprovada na área de planeamento e controlo de serviços;
- Disponibilidade para isenção de horário;
- Disponibilidade para deslocações;
- Proficiência na língua inglesa;
- Carta de condução;
- Conhecimentos enquanto utilizador do sistema Office e grande facilidade de adaptação a programas informáticos.
Candidate-se a esta oferta, através de resposta ao formulário online:
https://docs.google.com/forms/d/1ChcxfX1V5EIepYW8cj_bMd5BLVq-d7y-wq71sCqmo_k/viewform?usp=send_form
Fonte: Netempregos
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Oferta de emprego # 201
Estágio Profissional Client Care M/F (Lisboa)
Empresa: Comfort Keepers recruta estagiário profissional
Perfil pretendido:
- Licenciatura na área de cuidados de saúde ou ciências sociais;
- Orientação para o detalhe e para o cliente;
- Excelente capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos interpessoais;
- Excelente capacidade de gestão de tempo e organização pessoal;
- Excelente apresentação pessoal;
- Carta de condução.
As funções a assegurar são as seguintes: visitar potenciais clientes para apresentação dos serviços da Comfort Keepers; gerir processos de clientes; determinar o tipo de serviço prestado, e o seu tempo de duração; monitorizar os clientes e as ajudantes familiares; ser o intermediário entre o cliente, o ajudante familiar, o scheduler e o responsável pelos recursos humanos.
Oferece-se estágio profissional, com possibilidade de integração na empresa após o estágio. Se preenche todos os requisitos e está interessado em integrar uma equipa dinâmica, faça a sua candidatura em:
Fonte: Netempregos
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25.12.14
Reflexão de notícias # 49
Recuperar ex-reclusos. Ou o voluntariado que não faz as capas das revistas
António Janeiro andava de um lado para outro, sem muito para fazer, mas disponível para o que lhe pedissem. Por trás do olhar azul, terno, havia uma história que se contava na sua expressão corporal, num misto de submissão, cautela e gratidão. Passou os últimos sete anos na cadeia.
Apanhou 14 anos num tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, por furtar electrodomésticos, material electrónico, cofres "e coisas assim", lembra. O tráfico de droga também contou para a pena, mas "foi pesada de mais por furtos sem violência", refere com desalento, mas sem sede de vingança na voz.Estava na associação O Companheiro, em Lisboa, porque a meia dúzia de dias que tinha de precária (saída jurisdicional) não justificava os gastos dos aviões para a sua terra, nos Açores.
Pediu à namorada e aos pais que não viessem a Lisboa, até porque espera ser transferido do Linhó para a ilha e por lá cumprir o resto da pena.O açoriano ajudou a registar as peças de roupa que por volta das quatro da tarde entregou a famílias carenciadas. Além do banco de roupa, O Companheiro tem um refeitório social com cerca de uma centena de refeições diárias e o banco alimentar, em parceria com o Banco Alimentar e Misericórdia de Lisboa. Os alimentos são distribuídos aos ex-reclusos e famílias, e também a agregados familiares dos bairros da Horta Nova e Padre Cruz, em Carnide, Lisboa.Porém, é principalmente com ex-reclusos, reclusos com precárias e ainda alguns condenados a trabalho a favor da comunidade, que a associação O Companheiro lida diariamente.
Às vezes também os estrangeiros que foram expulsos do país esperam pelo avião naquele espaço. Uma minicidade entre pré-fabricados, pequenos jardins pelo meio, e alguns bancos de jardim, onde alguns residentes passam o tempo. Um, mais velho, que já não sairá dali, deixa-se cair num sono profundo e o rádio que tinha ao lado, antes sintonizado numa "emissora nacional", acabou por se perder na estática e funcionava como se fosse o ronco do seu dono.Juntamente com o director, José Brites, há pouco mais de uma dezena de técnicos, contando com os estágios profissionais.
Alguns dos trabalhadores daquele espaço já lá estão há anos suficientes para resistir às histórias que à primeira vista podem desarmar os mais ingénuos. Segundo um dos técnicos, "vêm muitas vezes com a história do desgraçadinho", mas a ideia é desvalorizar e tentar que procurem emprego de uma forma activa para poderem sair e dar lugar a outros. A residência, apenas masculina, tem capacidade para 22 pessoas, duas das quais para saídas precárias, que recebem de todos os estabelecimentos prisionais do país.Uma das primeiras medidas é criar regras aos ex-reclusos.
A porta da residência fecha as portas todos os dias às 22h30, com excepção do fim-de-semana que encerram às 00h30. Todavia, há muitas vezes histórias de utentes que não aparecem, ou porque receberam um subsídio e foram gastá-lo ou porque ficam em casa de amigos, por exemplo. Têm de avisar, mas nem sempre o fazem, dizem-nos.Os técnicos da Companheiro dividem--se entre o espaço infocultura, o gabinete de intervenção social, o gabinete de intervenção clínica e psicológica, o gabinete de educação, formação e empregabilidade, e o gabinete de apoio jurídico.
Tudo estruturas viradas para a integração dos ex-reclusos, normalmente em situação muito frágil logo após a libertação. Uns porque estão sem família, outros porque não têm preparação para dar um novo rumo à vida.São poucos os voluntários nesta associação. Os técnicos acham que O Companheiro não tem visibilidade mediática e por isso poucos aparecem. Por outro lado, acrescentam, "de idosos e crianças todos têm pena. De ex-reclusos, nem por isso". José Brites lembra que "até houve voluntários apenas para poderem visitar as cadeias, como se estivessem a viver uma série policial".
O director da associação conta que desde a crise que o grupo de pessoas que passaram a apoiar com alimentos aumentou 50% ao ano. Anteriormente, o Banco Alimentar dava uma ajuda substancial, mas hoje é cada vez menor. Relativamente aos apoios, vêm exclusivamente da Segurança Social. Não entende, por exemplo, porque não poderiam ser ajudados pelo Ministério da Justiça, uma vez que recebem presos em precárias e contribuem para que não regressem ao mundo do crime. José Brites insiste que aquela associação "não dá o peixe, mas antes ensina a pescar". Ensina competências que lhes dão ferramentas para enfrentar a vida. A sede do Companheiro continua provisória há 26 anos, quente no Verão, fria no Inverno.
A taxa de sucesso é grande, como refere o mais antigo habitante da casa, Amílcar Velhinho, que não tem dúvidas em afirmar que "mais de 95% dos residentes não voltaram a reincidir". Amílcar fez 76 anos em Novembro e está no Companheiro há 26 anos. Foi condenado a 15 anos de cadeia "por ter morto alguém", mas hoje olha para trás e vê uma experiência de vida, "passado que já passou". Um homem que não o respeitou acabou por perder a vida às suas mãos. As impressões digitais nos cartuchos ditaram-lhe a sorte.Esteve em Vale de Judeus. "Era duro", lembra, mas "aprendi muito com algumas figuras que por lá passaram." Ainda quis sair do Companheiro, mas o director da altura não deixou. Hoje toma conta de um pequeno museu com figuras de madeira feitas por ele e com receitas culinárias que, escrupulosamente, passa à máquina. Até agora somam 33 533.
Fonte: Jornal I
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21.12.14
Oferta de emprego # 200
Estagiário/a elegível para estágio-emprego
A A3S – Associação para o Empreendedorismo Social e a Sustentabilidade do Terceiro Sector - pretende contratar um/a técnico/a com experiência de investigação na área das ciências sociais, para desenvolver trabalho de pesquisa, elaborar candidaturas e projectos e assessorar o quotidiano da associação nas relações com parceiros internacionais.
O/a candidato/a deverá demonstrar:
- Experiência em actividades de investigação e estudos;
- Conhecimento do contexto europeu e dos programas para o actual quadro comunitário de apoio;
- Domínio da língua inglesa (falada e escrita);
Capacidade de trabalho em equipa;
- Forte sentido de iniciativa, autonomia, responsabilidade e flexibilidade.
Encorajamos a candidatura de pessoas com incapacidade, elegíveis para estágio-emprego.
Prazo de submissão de candidaturas: 26 de dezembro de 2014 para recrutamentoa3smail.com, com carta de motivação e curriculum vitae. Os/as candidatos/as seleccionados/as serão sujeitos/as a uma entrevista.
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Curso "Intervenção Terapêutica com Famílias no Âmbito do Sistema de Protecção" (Porto)
Intervenção Terapêutica com Famílias no Âmbito do Sistema de Protecção
Os diferentes profissionais do Sistema de Protecção são diariamente desafiados a promover mudança nas relações e dinâmicas familiares de forma a conseguirem garantir a qualidade dos contextos de desenvolvimento. Este é um trabalho de particular complexidade uma vez que envolve clientes que nem sempre partilham a nossa ideia do que é o problema ou simplesmente porque se vêem obrigados a aderir à intervenção, não apresentando uma postura voluntária face ao processo de mudança.
A formação foi desenhada a pensar nos profissionais, que já tendo um bom conhecimento do sistema de protecção e dos seus vários contextos de intervenção com famílias, querem explorar os modelos mais recentes de intervenção terapêutica com famílias e reflectir sobre a sua aplicação no contexto do sistema de protecção.
Durante três dias os participantes poderão, questionar novos paradigmas, observar vídeos de intervenção familiar e reflectir sobre a prática terapêutica com famílias.
OBJECTIVOS:
- Reforçar as ferramentas de intervenção com famílias no âmbito dos sistema de protecção.
- Reflectir em conjunto sobre a transposição de modelos intervenção familiar para os diferentes contextos de intervenção do sistema de protecção.
- Conhecer os modelos intervenção familiar mas recentes que têm sido transpostos para os diferentes sistemas de protecção
DATAS: 26, 27 e 28 de Fevereiro 2015
VAGAS: O curso terá no máximo 20 participantes.
PREÇO: O valor da inscrição será de 140 € (IVA incluído).
Inscrições institucionais beneficiarão de um desconto de 5% na inscrição de dois colaboradores e 10% na inscrição de três colaboradores.
INSCRIÇÃO: As inscrições estarão abertas até dia 1 de Fevereiro.
A inscrição terá obrigatoriamente de ser feita através do formulário online.
O pagamento deverá ser efectuado nas 48 seguintes ao preenchimento do formulário, através de transferência bancária para o NIB 003503730001101383068, (Labirintos Coloridos Consultores, Lda.) após a realização da transferência deverá enviar o comprovativo da mesma para geral@labirintoscoloridos.com, de forma a validar a inscrição.
Em caso de não recepção do comprovativo de pagamento após 48h, o seu registo no formulário será automaticamente apagado.
HORÁRIO: O Curso irá decorrer nos dias 26, 27 28 de Fevereiro, das 09.30h às 17.30h
LOCAL: O Curso irá decorrer na Unidade Empresarial de Paranhos, Rua do Tâmega, 4200 - 502 Porto. (antiga escola primária)
Política de Desistência
Não existirá devolução do valor de inscrição em caso de não participação no workshop.
ORGANIZAÇÃO:
geral@labirintoscoloridos.com
Labirintos Coloridos Consultores, Lda.
Av. João Crisóstomo N.º 32, 1. Esq
1050-127 Lisboa
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13.12.14
Biblioteca # 74
Metodologia de Investigação em Ciências Sociais da Educação
Autor (es): José Augusto Palhares & Leonor Lima Torres
Ano de edição: 2014
Editor: Edições Humus
Editor: Edições Humus
ISBN: 9789897550508
Preço: 13,50€ - COMPRARSinopse:
As metodologias de investigação carecem de reflexividade nos planos epistemológico e teórico-empírico, sobretudo tendo presente os desenvolvimentos recentes no campo das ciências sociais e da educação. Esta obra pretende corresponder a solicitações de estudantes de vários ciclos de estudo sobre as suas inquietações metodológicas, designadamente no que se refere a contextos e práticas de investigação referenciados à realidade portuguesa. Compilando coontributos de vários autores portugueses com uma significativa experiência investigativa, este livro constituirá, certamente, um recurso pedagógico de grande utilidade para quem está investido na díficil tarefa de encontrar os sentidos da realidade social e educativa.
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4.12.14
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