8.6.14

I Encontro Laços “Mediar a Família para Proteger a Criança" (Braga)






Participação gratuita, mas sujeita a inscrição prévia para lacosfvg@gmail.com ou 253 307 310

Mais informaçãoes aqui.

2.6.14

Oferta de emprego # 184

TÉCNICO DE FORMAÇÃO/ COORDENADOR DE FORMAÇÃO

Funções:

- Planear, organizar, promover, acompanhar e avaliar as atividades do processo formativo 

Planear as intervenções formativas: 
1.1. Elaborar diagnósticos de necessidades de formação, analisando e caracterizando o meio, as organizações e as actividades profissionais; 
1.2. Elaborar propostas de planos de intervenção formativa, identificando perfis de formação, negociando prioridades, metas e apresentando o orçamento de acordo com o respectivo enquadramento financeiro; 
1.3. Elaborar a planificação da actividade formativa, calendarizando as intervenções, prevendo os meios físicos, os recursos humanos e financeiros a afectar e criando regulamentos de funcionamento. 

Organizar e promover a formação: 
2.1. Elaborar referenciais de formação, identificando destinatários, objectivos gerais, conteúdos de formação e orientações metodológicas gerais; 
2.2. Realizar o recrutamento e selecção dos formadores, assegurando a adequação das respectivas competências aos referenciais de formação a desenvolver; 
2.3. Conceber e estruturar o programa de formação, garantindo a articulação entre os referenciais estabelecidos e as várias componentes formativas e definindo e operacionalizando a estrutura curricular a nível de conteúdos programáticos, cargas horárias, metodologias e modelos e instrumentos de avaliação; 
2.4. Desenvolver, junto dos destinatários, as actividades de promoção da formação, através do contacto directo e dos meios de divulgação adequados; 
2.5. Realizar o recrutamento e selecção dos formandos, utilizando as técnicas adequadas; 
2.6. Assegurar as condições de execução física da formação, tendo em conta os meios logísticos previstos; 
2.7. Acompanhar a concepção e elaboração dos suportes didácticos para a formação, assegurando a sua adequação aos objectivos estabelecidos. 


3. Coordenar as actividades de formação: 
3.1. Acompanhar a realização da formação e verificar a concretização dos objectivos, conteúdos e orientações metodológicas e o cumprimento dos regulamentos, concebendo e aplicando instrumentos de controlo administrativo, pedagógico e financeiro; 
3.2. Assegurar o enquadramento e a orientação técnica e/ou pedagógica dos recursos humanos afectos; 
3.3. Gerir os meios físicos necessários à realização da formação. 


4. Avaliar o processo e os efeitos da formação: 
4.1. Conceber e aplicar modelos e instrumentos de avaliação da formação; 
4.2. Proceder aos ajustamentos necessários, tendo em conta os resultados da análise quantitativa e qualitativa do processo e efeitos da formação

5. Desenvolver actividades de consultoria, prestando apoio técnico no domínio da sua área funcional. 

SABERES 
Conhecimentos de: 
1. Sistemas de Educação/Formação. 
2. Organismos e outras entidades de Educação/Formação. 
3. Legislação específica da Educação/Formação. 
4. Metodologias de Investigação. 
5. Processos e factores de ensino-aprendizagem. 
6. Avaliação da aprendizagem. 
7. Selecção e recrutamento de recursos humanos. 
8. Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação/Formação. 
9. Suportes didácticos para a Educação/Formação 

Conhecimentos aprofundados de: 
11. Metodologias de identificação de necessidades de formação. 
12. Metodologias de definição de perfis de formação. 
13. Desenvolvimento Curricular. 
14. Planeamento da formação. 
15. Organização e promoção da formação. 
16. Avaliação da formação. 
17. Qualidade na Educação/Formação. 
18. Gestão administrativa e Financeira. 
19. Gestão de projectos de Educação/Formação. 
10. Organização do Trabalho e Gestão de Equipas 

SABERES-FAZER 
1. Aplicar as técnicas e os instrumentos adequados à caracterização das organizações e à análise de funções. 
2. Aplicar os métodos e técnicas de diagnóstico de necessidades de formação e de definição de perfis de formação. 
3. Aplicar os métodos e técnicas de concepção de referenciais e programas de formação. 
4. Conceber, avaliar e adequar os suportes didácticos aos referenciais e programas de formação. 
5. Aplicar os métodos e técnicas de planificação da formação. 
6. Aplicar os métodos e técnicas de promoção da formação. 
7. Aplicar metodologias e instrumentos de operacionalização, orientação e acompanhamento da formação. 
8. Aplicar técnicas de recrutamento e selecção de recursos humanos. 
9. Enquadrar e acompanhar equipas/grupos de trabalho. 
10. Orientar técnico-pedagogicamente os formadores e outras figuras profissionais da área Educação/Formação. 
11. Definir e aplicar instrumentos de controlo pedagógico da execução das intervenções formativas. 
12. Aplicar as técnicas de concepção de instrumentos de avaliação do processo formativo. 
13. Aplicar os métodos, as técnicas e os instrumentos de avaliação do processo e efeitos da formação

SABERES-SER 
1. Integrar-se em diferentes contextos organizacionais, grupos em formação e equipas. 
2. Comunicar e interagir com os outros e com o meio. 
3. Decidir sobre as soluções mais adequadas na resolução de situações concretas. 
4. Liderar grupos/equipas e delegar responsabilidades. 
5. Revelar criatividade, auto-confiança, espírito de equipa, espírito de iniciativa, estabilidade emocional, resistência à frustração, capacidade de decisão e abertura à mudança. 
6. Respeitar os aspectos éticos e deontológicos da profissão e os inerentes ao exercício da Cidadania 


1. Envio de CV com foto para hsf.fps@gmail.com.
2. Título do email de candidatura: "COORDENADOR DE FORMAÇÃO - CANDIDATURA" 
3. Corpo do email: referência a valor pretendido para um trabalho de 40h/ semanais, com contrato de trabalho a termo certo. 


Fonte: Netempregos

Oferta de emprego # 183

Direção Técnica /Gestor Qualidade

Grupo especializado na prestação de cuidados a idosos em regime residencial, com unidades na área da Grande Lisboa, pretende recrutar para integrar a sua equipa, um diretor(a) técnico(a) /gestor de qualidade: 

Funções: 
- Gestão / coordenação das equipas e funcionamento das áreas de serviço 
- Responsável pela Direção Técnica de uma unidade 
- Implementação e acompanhamento de sistema de gestão de qualidade 

Perfil: 
Elevado sentido de responsabilidade e disponibilidade 
Experiência em gestão de unidades/direção técnica de prestação de cuidados a idosos 
Formação Superior em áreas sociais e humanas 
Elevada capacidade de liderança/chefia e gestão de equipas 
Capacidade de perseguir e resolver situações/assuntos com antevisão 
Capacidade de resistência a situações de stress e resolução de conflitos / reclamações 
Capacidade de relacionamento e comunicação verbal de excelência 
Gosto pelo contato direto com pessoas, nomeadamente, idosos 
Disponibilidade para trabalhar fins-de-semana e feriados 

Disponibilidade imediata 
Preferencialmente a residir na margem sul do tejo, com viatura própria 


Nota: Só serão consideradas candidaturas, cujo ficheiro do currículo seja identificado com o nome do candidato e enviadas para o endereço de e-mail: 
deprecrutamentogrupo@gmail.com, com Ref. DT JUL_14 no campo assunto. 
Favor enviar curriculo com foto. 

Fonte: Netempregos

Oferta de emprego # 182

Assistente Social/Diretor(a) Técnico(a)

IPSS da área da saúde mental precisa de Assistente Social/Diretor(a) Técnico(a) para a resposta social Unidade de Vida Protegida, desempenhando as funções inerentes ao cargo. 

Tipo de Vínculo: Contrato de Trabalho
Horário: 09h00 às 16h00

Requisitos:
- Licenciatura em Serviço Social/Política Social
- Experiência na Área da Saúde Mental
- Capacidade de Liderança e de Gestão de Equipa Multidisciplinar
- Pró-atividade/dinamismo
- Capacidade de gestão do tempo e do trabalho
- Capacidade de gestão de conflitos
- Conhecimento de legislação específica relativa à Segurança Social e à área da Saúde Mental

Enviar o CV para: horizonte.psico@gmail.com


Fonte: Netempregos

Ciclo de conferências "Pobreza, Educação e Direitos Humanos: resultados e reflexões sobre Portugal" (Braga)


IV Fórum da APC - Prevenção da Violência de Género (Porto)



Participação gratuita, mas sujeita a inscrição (aqui).

26.5.14

Ação de Formação: Gestão de Projetos e Atividades Pedagógicas (Porto)

Face aos modelos de Gestão da Qualidade implementados em instituições com respostas para a vertente pedagógica, esta formação assume um papel crucial de articulação da componente teórica com as exigências que os referenciais detêm, transformando muitas vezes a lógica de Intervenção Pedagógica. Com esta formação, pretende-se focar a componente prática, requisitos e soluções para uma intervenção individualizada e em grupo.

DIAS 14 Junho 2014 (Sábado)

HORÁRIO 9h30 - 13h00 / 14h00 - 17h30 (7 horas)


LOCAL EAPN Portugal /Porto – Rua das Taipas, nº 83, 2º andar - Porto


INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 20€ // Não associados: 30€


PÚBLICO-ALVO Educadores(as) de Infância, responsáveis de Berçários e CATL, educadores sociais, coordenadores e diretores pedagógicos.

CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação

FORMADORA Sílvia Machado, Licenciada em Sociologia. Especialização em Gestão de IPSS. Especialização em Engenharia da Qualidade; Doutoranda em Serviço Social; Consultora e formadora em Gestão da Qualidade em diversos Projetos; Docente do Ensino Superior e Coordenadora da Pós- Graduação em Gestão da Qualidade no Terceiro Setor.
As inscrições devem ser realizadas até ao dia 9 Junho 2014 para:

Correio Electrónico: porto@eapn.pt
Telefone: 222086061
EAPN Porto - Rua das Taipas, nº 83, 2º andar 4050-600 Porto

Seminário sobre tráfico de seres humanos (Lisboa)



Entrada livre mas sujeita a inscrição: 

E-mail: apflisboa@apflisboa.net | Telefone: 21 383 23 92
Mais informações aqui.

19.5.14

Reflexão de notícias # 47


Ministério da Insegurança Social

Crónica de João Bonifácio

"Não sei se já vos disse, mas tive duas avós — e uma chegou a ministra. 
Da avó paterna, nascida em berço de oiro, consta que era uma santa. Tinha os seus pobres, que alimentava e vestia, dizendo: “Temos de os ajudar, que sem nós esta gente morre de fome”. Ao contrário dos restantes Bonifácios — que admiravam o dito — até hoje sinto um arrepio quando me contam esta história. A materna, nascida em berço de palha, trabalhou desde catraia, levando leite aos trabalhadores das obras, descalça, e matou porcos para sobreviver. Semi-letrada, Dona Arminda tinha as suas ideias. Na década de 80 determinou que “Os drógádos era pô-los a limpar mato”, o que me pareceu descabido.
A medida estendia-se aos bêbedos, aos presos e às vadias: tudo que não fosse pai ou mãe de família temente a Deus devia acartar pasto. Por ilimitado que o meu amor por dona Arminda seja, nunca imaginei que chegasse a ministra. Percebi a sua ascensão esta semana, quando li que “o governo vai colocar os desempregados e os beneficiários do Rendimento Social de Inserção a limpar e vigiar as florestas do País”. Só podiam estar a falar da minha avó.
Hoje, como nos anos 80, estou em desacordo com ela: em que é que pôr desempregados a limpar matas melhora o país? O subsídio de desemprego começou a ser usado com a revolução industrial, quando a população deixou as terras para procurar emprego nas fábricas, tornando-se dependente, já não do que cultivava, mas das fábricas. Quando muita gente se encontrava sem emprego — e sem subsídio — a violência e os roubos aumentavam: sem protecção no desemprego a sociedade caía na barbárie. Em Portugal tentou-se criar um subsídio de desemprego nos anos 30, mas só com o 25 de Abril é que a prática se institucionalizou, tal como o salário mínimo, a proibição de despedimento sem justa causa, etc. Em suma: civilização.
No modelo português, o desempregado — durante o período de subsídio — pode tanto dedicar-se a plantar hortênsias como a fazer um curso de web design ou o que seja que ache que lhe trará melhores condições de vida. Agora não: o desempregado andará a catar mato pelas florestas deste país, forma de pagar o dinheiro que custa a todos nós, trabalhadores férreos que não deixamos as nossas empresas ir ao charco. Mas se é pelo dinheiro que custam, então pergunto: o senhor do Pingo Doce, ao radicar a sua sede na Holanda, não leva balúrdios para fora do país? É certo que não fez nada de ilegal, mas os desempregados também não e vão acartar pasto na mesma. Os alunos das escolas privadas (que são subsidiadas) não nos custam dinheiro? E a tropa cavaquista, que com o seu carnaval nos bancos nos empurrou para este buraco, não nos deve nada? Anseio por ver Dias Loureiro sair do campo de golfe, enfiar-se no mato e apagar um fogo com o seu sapatinho branco.
A medida só pode ter dois propósitos: ou fazer com que os malandros dos desempregados se tornem altamente empreendedores e inventem empregos para se verem livres da sua novel tarefa; ou humilhá-los — por serem desempregados. Não é como se regressássemos a 1930 — é pior: é tratar os desempregados como leprosos sociais, porque nos custam dinheiro. É criar entre todos os que ainda têm emprego um clima de medo que os levará a aceitar tudo (reduções de salários, horários aumentados) para não terem de ir para a mata.
Durante anos li o Dr Pulido Valente a dizer que a ditadura portuguesa não fora fascista, antes proto-fascista. Nunca percebi o que era isso do proto-fascismo. Agora percebo. Parabéns à minha avó. "

Fonte: P3 Público

Biblioteca # 71

Cartografías Pedagógicas para Educadores Sociales
Autor (es): José García Molina
Ano de edição: 2012
Editor: U.O.C.
ISBN: 9788490291702
Preço: 11,96€ - COMPRAR


Sinopse:  
Resulta inquietante reflexionar y escribir sobre lo familiarmente conocido. Uno se percata de los sobreentendidos acumulados y de la dificultad para expresar a otros el bagaje acumulado en la trayectoria. Inquietud que obliga a pensar lo que hacemos para saber expresar lo que pensamos haciendo, quizás, plausible que otros quieran saberlo y pensarlo (de nuevo). Así, este pequeño texto se aventura a cartografiar algunos discursos y prácticas universitarias y profesionales alrededor de la Educación Social.El fin último no es otro que mostrar al lector las posibilidades que abre el paso de un pensamiento sistemático hasta un pensamiento problemático; o, si ne quiere, del coraje de problematziar estos territorios sin menospreciar las herencias recibidas. Intento de pensamiento y escritura que asume que "nuestra herencia no está precedida por ningún testamento" y, en última instancia, se atrve a "pensar sin barandillas".