12.5.14

9.ª Edição da Semana da Responsabilidade Social (Lisboa)





A 9.ª Edição é dedicada ao tema Futuro: Caminhos de Cooperação, lançando o debate sobre os desafios do futuro num mundo em rápida mudança, em que a ética e a responsabilidade social desempenham um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. 

A partilha de experiências e saberes permite que cada vez mais Organizações integrem na sua estratégia os valores da Ética e da Responsabilidade Social, conduzindo-as a uma maior rentabilidade, competitividade e reputação e talhando caminho para um futuro mais sustentável.

A Semana da Responsabilidade Social® decorre em Lisboa entre 19 e 23 de maio, percorrendo o país com ações específicas em Loures, Águeda, Porto, Viana do Castelo, entre outras, demonstrando as vantagens de uma gestão responsável e da implementação de boas práticas no seio das Organizações. 

Faça já a sua inscrição no formulário online, através do email apee@apee.pt ou do número 213 156 734.

29.4.14

Reflexão de notícias # 46

O raio dos pobres
Não fossem precisos tantos pobres para fazer um rico, e quase valia a pena tentar acabar com esta coisa dos pobres
 
Os pobres não têm competências, nem competitividade, nem produtividade, nem espírito empreendedor, os pobres não são proactivos, os pobres não investem no seu futuro, os pobres não sabem criar sinergias, os pobres não constroem poupança, os pobres andam a viver acima das suas possibilidades, os pobres andam mal-habituados, os pobres são malandros e trafulhas e só estão bem a encher o bandulho enquanto cantam o fado da desgraçadinha, os pobres são calinas e mal-agradecidos, os pobres o que querem é a mama do Rendimento Mínimo (ou RSI ou lá o que é agora), os pobres derretem o dinheirito todo em plasmas, telemóveis, mariscadas, bifes todos os dias e na água que desperdiçam quando lavam os dentes.

Os pobres também são burros, e analfabetos funcionais e continuam a ser súbditos em vez de cidadãos, os pobres são politicamente passivos, os pobres votam contra os seus interesses de classe, os pobres alinham sempre pelo mais baixo denominador comum, os pobres alimentam a demagogia, os pobres são facilmente manipuláveis, os pobres magoam-se em peregrinações a Fátima e dão o dízimo à IURD, os pobres não são voluntariosos, os pobres queixam-se muito mas raramente protestam e nunca participam nas manifestações da sociedade civil, os pobres para a bola têm dinheiro mas livros lá em casa está quieto, os pobres são egoístas e machistas e homófobos e, pior ainda, às vezes até racistas com outros pobres doutros sítios.

Ainda por cima os pobres são feios, os pobres não têm gosto nem cultura nem bom senso nem nada, os pobres não têm cartão da Biblioteca Nacional, os pobres não fazem parte da aldeia global, os pobres estão desenraizados da cultura tradicional, os pobres têm medo do que não compreendem, os pobres não têm opiniões que mereçam o tempo necessário que leva a ouvi-las, os pobres não viam o 2.º canal nem quando o 2.º canal merecia ser visto, do que os pobres gostam é da novela e papam tudo o que é "reality show", os pobres não apreciam cinema de autor e só vão ao teatro se for o La Féria, os pobres nunca ouviram falar no "Jornal de Letras" (quanto mais no "Charlie Hebdo" ou na "London Review of Books"), os pobres não sabem quem é o Jonathan Swift ou o Schopenhauer ou o Suetónio, os pobres vestem-se horrendamente, os pobres furam as orelhas aos bebés, os pobres ouvem Zezé di Camargo, acham que McDonald’s é comida e preocupam-se com a orientação sexual do Ronaldo, os pobres às 7 da manhã já estão cansados e às 9 da noite já estão a dormir, os pobres acham que ler poesia é mariquice e riem-se da gastronomia molecular, os pobres estão bem é de fato de treino a passear no centro comercial domingo à tarde, os pobres dão cabo da imagem do país cada vez que se cruzam com os turistas do norte do mundo em frente à Torre de Belém.

E estes pobres de agora, ingratos e consumistas, insolentes sem deixarem de ser submissos; são tão malinos que nem sequer têm a decência básica de serem como os pobres de antigamente: pobres decentinhos cheios de respeito, de chapéu na mão à porta da missa, de olhos baixos às palavras dos doutores, em traje de rancho cinzento-rato remendão... pobres que nem eram pobres, que eram pobrezinhos.

É no raio desta gente que reside todo o problema da nação; não nos bem-abrigados, bem-aquecidos e bem-alimentados que lhes dão lições, ainda menos nos 10% que concentram quase um terço dos recursos, mas neles e só neles. Não fossem precisos tantos pobres para fazer um rico, e quase valia a pena tentar acabar com esta coisa dos pobres.

Fonte: P3 Público

14.4.14

Oferta de emprego # 181

Profissional para trabalho comunitário


Experiência preferencial de:

- Trabalho comunitário com jovens, comunidade cigana

- Experiência de trabalho em parceria e animação de redes

- Capacidade de trabalho em equipa

- Flexibilidade de horários



Conteúdos temáticos: emprego, formação de adultos, requalificação urbana, famílias, associações e grupos de moradores, trabalho com jovens e etnia cigana


Critérios de elegibilidade/ Destinatários:
Desempregados inscritos nos serviços de emprego e que se encontrem numa das seguintes condições:

- Licenciados

- Jovens com idade entre os 18 e os 30 anos inclusive com uma qualificação de nível 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) -

- Com idade superior a 30 anos, desde que tenham obtido há menos de três anos uma qualificação de nível 2 ou superior, estejam à procura de novo emprego e não tenham registos de remunerações na segurança social nos 12 meses anteriores à entrada da candidatura

- Pessoas com deficiência e incapacidade

- Integrem família monoparental ou cujos cônjuges ou pessoas com quem vivam em união de facto se encontrem igualmente desempregados, inscritos nos serviços de emprego

- Vítimas de violência doméstica


Local: Bairro do Pendão – Sintra


Enviar email c/ CV até dia 18 de Abril para alexandra.santos@kcidade.com. Também podem ligar para 962061822 
 

Violência e Maus-Tratos nas Crianças e Jovens: que desafios para hoje? (Amadora)


V Seminário: "Educação de Adultos e Intervenção Comunitária" (Braga)


Oferta de emprego # 180

Animadora Socio-Cultural


Residencia Sénior para idosos na Sobreda, necessita de Animadora Socio-Cultural, com disponibilidade imediata, com perfil:

- Pontual;
- Dinamica,
- Responsavel;
- Assidua;
- Versátil;
- Capacidade de lidar sob stress;
- Disponibilidade total;
- Residente na margem sul;

As interessadas devem enviar o curriculo para recrutamento.senior.2014@gmail.com, com a referencia: REF. ASC


Fonte: Netempregos

Oferta de emprego # 179

Director(a) Técnico(a) para Lar de Idosos


ZONA de SINTRA, AMADORA e OEIRAS

REQUISITOS:
- Formação superior adequada;
- Idade entre os 35 e os 45 anos;
- Experiência de 5 anos em funções similares;
- Experiência no relacionamento com a Segurança Social.


Agradecemos envio de candidaturas para: servicede@mail.telepac.pt


Fonte: Netempregos

8.4.14

Oferta de emprego # 178

Bolsa Investigação em Ciências Sociais

Bolsa de Investigação (BI) a atribuir no âmbito do projecto de investigação Agricultura em Portugal: alimentação, desenvolvimento e sustentabilidade, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e em curso no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, sob a coordenação da Doutora Dulce Freire.

Candidaturas de 3 a 16 de abril de 2014.

Requisitos de admissão: Licenciatura em Ciências Sociais, com intenção de obter o grau de mestre durante o período em que decorre o projecto.

Duração da Bolsa: 6 meses, com possibilidade de renovação por iguais ou diferentes períodos, até um máximo de 13 meses.

Montante da bolsa e modo de pagamento: 745€, com pagamento mensal, de acordo com a tabela de valores das Bolsas de Investigação atribuídas pela FCT.

Para mais informações consultar o Edital da Bolsa De Investigação (disponível aqui).