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3.12.15

Apoio aos Sem-Abrigo


Entrega na Escola Superior de Educação do Porto

1.12.15

Encontro: As Vozes do Silêncio (Porto)



Este encontro será em formato de seminário que decorrerá no próximo dia 11 de dezembro das 10h às 17,30 h nas instalações do Museu Nacional de Soares dos Reis

As Vozes do Silêncio - Les Voix du Silence (https://www.facebook.com/asvozesdosilencio/) é uma das 4 plataformas do NPISA do Porto (Núcleo de Planeamento, Intervenção junto das Pessoas em Situação de Sem Abrigo), as outras são, a Plataforma das Organizações Voluntárias, a Plataforma da Triagem e Acompanhamento Social e Plataforma+Emprego. Esta Plataforma pretende organizar encontros na perspetiva do diálogo entre artistas e pessoas em situação de sem abrigo, entre artistas já integrados no mercado de trabalho e aqueles com dificuldade de ai chegar e, portanto, com dificuldades de meios para criar.

23.11.15

Seminário: Vida Ativa ao Serviço das Pessoas Se,-Abrigo (Porto)


Inscreva-se através deste e-mail: natre.com.dn@iefp.pt 

Local: Centro de Emprego e Formação Profissional do Porto

5.3.14

Divulgação de Projectos # 28

WelcomeHome

A WelcomeHome é uma associação portuguesa que nasceu de uma incubadora de empresas da Universidade Católica do Porto e tem como principal objetivo ajudar pessoas em situação de sem-abrigo a saírem da rua e a conseguirem emprego.

Para isso, desenvolveu um projeto que dá formação a sem-abrigo e os transforma em guias turísticos do Porto, usando o profundo conhecimento que têm da cidade.

A ideia valeu-lhes um lugar entre os 30 semifinalistas do European Social Innovation Competition. O concurso premeia soluções inovadoras para combater o desemprego e melhorar as condições de trabalho na União Europeia. 

Nos próximos cinco anos, a WelcomeHome espera desenvolver mais projetos de empregabilidade que ajudem os sem-abrigo a criarem um projeto de vida.


Mais informações em:
WelcomeHome (site e facebook)


25.2.14

Reflexão de notícias # 43

Há cada vez mais sem-abrigo num país com um milhão de casas vazias

A estatística oficial aponta para 735 mil fogos devolutos, mas há quem fale num milhão. Enquanto isso, aumenta o número de sem-abrigo. Só no ano passado a AMI contactou 549 novos casos




Foi um rapaz que a chamou. Fartara-se da rua, metera o pé na porta e entrara. Ela entra e sai com discrição, não vá alguém perceber que dorme no rés-do-chão daquele prédio há tanto devoluto. Uma noite, que até pode ser esta, depara-se com portas e janelas emparedadas.

É grande o número de casas vazias. Umas 735 mil, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). “Mais de um milhão”, segundo Pedro Bingre do Amaral, professor do Instituto Politécnico de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Regionais e Urbanos do Instituto Superior Técnico.

Impossível adiantar quantas pessoas estão sem casa, muito menos quantas a têm clandestina, como aquela rapariga que até já vendeu o cadeado que o amigo metera na porta. Na Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem Abrigo, aprovada em 2009, consta “a promoção do conhecimento” sobre o fenómeno. O Instituto de Segurança Social, porém, não esclarece quantas se encontram nesta situação.

Há dados avulsos. O Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo da Cidade do Porto está a acompanhar 1377. A maioria dorme em abrigos de emergência ou em quartos de pensão. Uns 200 persistem na rua – uns 100 em casas ou fábricas abandonadas, a maior parte junto a bocas de tráfico de heroína e cocaína. Em Lisboa, numa noite, mais de 800 voluntários contabilizaram 852 sem-abrigo – 509 na rua.

O número está a aumentar com a crise. Ana Nascimento, directora-adjunta da acção social da AMI, diz que no ano passado os serviços depararam-se com 549 novos casos a nível nacional, num total de 1679 sem-abrigo acompanhados, mais 8% do que em 2012. Alguns eram endividados, isolados, de súbito desempregados.

O contraponto foi no domingo passado feito pelo diário britânico The Guardian: na Europa existem umas 11 milhões de casas vazias e uns 4,1 milhões de sem-abrigo. Um escândalo, no entender de Freek Spinnewijn, director da Federação Europeia de Organizações Nacionais que Trabalham com Sem Abrigo.

Pelo menos em Portugal, o número de casas devolutas “está subavaliado”, afirma Bingre do Amaral. Milhares de imóveis considerados como “segunda habitação” ou “para venda”, na prática, são casas devolutas. “Portugal tem o segundo maior número de casas por agregado familiar da Europa, 1,45, apenas atrás de Malta, e à frente da própria Espanha, que tem 1,4 casas por agregado”, diz.

Em 2001, o parque habitacional já excedia as necessidades de residência. E a tendência de aumento da construção não parou aí. “Entre 2001 e 2011 construíram-se 690 mil novos fogos”, assegura. Boa parte deles não foi vendida. Estão desocupados, mas podem não entrar na categoria “devolutos”.

A razão de ser deste ritmo parece-lhe, sobretudo, fiscal. “Até ao ano passado, os fundos de investimento imobiliário estavam isentos de IMI e IMT e se estivessem sediados em zonas francas estavam também praticamente isentos de IRC”, aponta Bingre do Amaral. Era vantajoso, em termos ficais, manter as casas fora do mercado, à espera de uma valorização. Com a crise, os fundos imobiliários, os promotores e a banca ficaram com um problema. E a demografia não favorece a recuperação. Um documento do Bank for International Settlements, de 2010, aponta para uma desvalorização de 85% do valor das casas em Portugal até 2050.

O problema, observa Henrique Pinto, director da Cais, é que o preço das casas se mantém alto para quem dispõe de rendimentos baixos. O que pode arrendar quem recebe 179 euros de Rendimento Social de Inserção ou 235 euros de pensão social? Não põe em causa a propriedade privada, mas lembra que muitos dos imóveis devolutos até são propriedade pública. Parece-lhe inaceitável que o Estado, as câmaras e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa não tenham uma bolsa de habitação social para, de imediato, acolher quem fica sem tecto.

De acordo com a Estratégia Nacional, ninguém deve ser obrigado a ficar na rua mais de 24 horas. Vigora alguma resistência ao acompanhamento social, sobretudo, entre pessoas com problemas de saúde mental, de consumo excessivo de álcool ou outras drogas, indica Vanda Coelho, assistente social da Associação para o Planeamento da Família. Há quem já esteja há anos de rua. Um homem a quem foi atribuído um quarto de pensão dormia no chão nos primeiros tempos.

A rapariga do prédio devoluto não entra na estratégia, apesar dos apelos do amigo. Passa as noites naquele rés-do-chão poeirento, sem água, à luz de vela. “Ela quer, mas não quer sair”, diz o amigo.

Fonte: Público

25.6.13

Reflexão de notícias # 42

Casal vive há dois meses em garagem de subcave
 
Árbitro de futebol e a mulher estão desempregados e não têm direito a apoios por não terem morada

Há dois meses que um casal vive sem luz e sem água, dois níveis abaixo do chão, porque não tem dinheiro para pagar a renda de uma habitação. A garagem custa-lhes 45 euros por mês.

Há dois meses que Miguel, 36 anos, e Cândida, de 39, vivem numa garagem de seis por três metros, situada dois andares abaixo do chão, sem luz, sem água e sem qualquer entrada direta de ar, em Famalicão. Estão os dois desempregados. Miguel Veloso já foi carpinteiro e canalizador. Cândida Carvalho fazia limpezas em prédios. "Não fazíamos descontos. Enquanto houve trabalho, tínhamos dinheiro, agora não temos nada", frisa Miguel, árbitro da Associação de Futebol de Braga.

Sem direito a qualquer Rendimento Social de Inserção, a vida deste casal está embalada em meia dúzia de sacos e alguns caixotes. No chão da garagem, pela qual pagam uma renda mensal de 45 euros, está o colchão onde dormem. Casa de banho "só no Leclerc e no Jumbo", os dois supermercados que ficam perto do Edifício Saza, onde 'vivem'. 
 

29.4.13

Biblioteca # 60


Personalidades Sem-Abrigo

Autor (es): Nuno Vladimir Telheiro
Ano de edição: 2013
Editor: LivPsic
ISBN9789897300165
Preço: 13,41€- COMPRAR

Sinopse:
Nos últimos anos, o número de estudos científicos sobre as pessoas sem-abrigo,nas mais variadas valências, tem vindo a aumentar. É precisamente neste contexto que surge o presente livro.
Personalidades Sem-Abrigo pretende fornecer uma visão diferente sobre a pessoa sem abrigo. Trata-se de uma visão psicológica. Uma concepção que parte dos princípios da psicologia positiva e enfatiza a resiliência nas pessoas sem abrigo.
O livro constitui um esforço inovador na procura e identificação de perfis de personalidade que caracterizem a pessoa sem abrigo.
O objectivo deste livro é então contribuir para uma melhor compreensão da pessoa sem abrigo através do estudo científico dos seus traços de personalidade mais relevantes e das correlações destes com a esperança e a agressividade.
Com esta proposta procura-se compreender os factores de personalidade que potenciam e mantêm a situação do sujeito sem-abrigo, bem como os factores que podem promover estratégias adequadas para lidar com esta problemática e que podem conduzir ao empoderamento psicológico da pessoa sem-abrigo.

26.3.13

Sem Abrigo muda de vida...



José Luís foi sem-abrigo nas ruas do Porto e mudou de vida. Fundou uma associação de apoio aos sem-abrigo e acabou por escrever um livro.

17.9.12

Biblioteca # 47


Percursos Sem Abrigo: 
Histórias das ruas de Paris, Lisboa e Londres

Autor (es): Filipa Lourenço Menezes
Ano de edição: 2012
Editor: Mundos Sociais
ISBN:  9789898536112
Preço: 8,10€- COMPRAR

Sinopse:
O livro percorre as ruas de Paris, Lisboa e Londres, analisando sociologicamente o fenómeno de sem-abrigo e estabelecendo o retrato do indivíduo «sem domicílio fixo» em cidades europeias. São contempladas três cidades, bem como dois níveis de discurso e práticas sociais distintas, que aqui se colocam em diálogo — o dos técnicos de serviço social e o dos sem-abrigo. 

As trajetórias de vida dos sem-abrigo constituem um dos pontos centrais desta publicação, uma vez que é pela análise articulada das várias ruturas biográficas que podemos delinear medidas preventivas. Apesar das diferenças em termos de apoios disponíveis, as situações de precariedade social não deixam de evidenciar grandes semelhanças, quer ao nível das causas e percursos individuais, quer ao nível da sobrevivência quotidiana. As perceções dos agentes de apoio social e dos sem-abrigo apresentam também vários pontos de proximidade, fundamentais para delinear propostas participativas para o desenvolvimento das práticas de apoio social

10.5.12

Sem-abrigo - Quebrar o silêncio



Vídeo elaborado pela delegação portuguesa da EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza que participará no 11.º Encontro Europeu de pessoas em situação de pobreza a ter lugar em Bruxelas durante o mês de Maio de 2012.

1.10.11

Praxe solidária

Universidade Portucalense dá uma mão aos sem-abrigo do Porto


No pólo do Porto da Universidade Portucalense chamam-lhe "praxe solidária". A iniciativa junta antigos e actuais alunos e professores.





Parabéns pela iniciativa!!!

28.3.11

Reflexão Notícias # 12 (Sem-Abrigo)


Maioria dos sem-abrigo portugueses são homens entre 30 e 49 anos





Quase todos os sem-abrigo em Portugal são homens e a maioria tem entre 30 e 49 anos e o sexto ano de escolaridade, de acordo com um questionário realizado no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo.




No final de 2009, altura em que foi levado a cabo um questionário a fim de ser criada uma base de dados dos sem-abrigo em Portugal, "foram identificadas 2.133 pessoas sem tecto e sem casa, que dormem na rua, em carros, em casas abandonadas ou que pernoitam em Centros de Acolhimento Temporário".


Segundo revelou à agência Lusa fonte oficial do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, trata-se de uma população maioritariamente masculina (84%), que tem entre 30 e 49 anos (60%) e com o sexto ano de escolaridade (54%).


A ruptura familiar é a razão indicada por mais sem-abrigo (33,1%) para justificar a situação em que se encontram, seguindo-se o desemprego (22,3%) e as causas pessoais (20,8 por cento).


Entre os problemas associados à condição de sem-abrigo e a principal necessidade de apoio estão o consumo de substâncias psicoactivas (drogas 31,3% e álcool 19%), as doenças mentais (11,4 por cento), as doenças físicas (11,3%) e a falta de ocupação (16,9%).


A criação da base de dados dos sem-abrigo foi anunciada pelo Governo em Março de 2009, no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo, mas só agora foram conhecidos os dados recolhidos.



rganizada pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social em conjunto com outras entidades públicas e privadas, esta Estratégia visa permitir a coordenação dos recursos existentes e apostar em três áreas específicas: prevenção, intervenção e acompanhamento.


O Instituto Nacional de Estatística (INE) vai incluir pela primeira vez no CENSOS deste ano as pessoas sem-abrigo.




Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1816936&page=1 28/03/2011


29.10.10

Outras Pontes do Porto

Foto daqui

Debate: «Outras Pontes do Porto – Que Estratégias para os Sem-Abrigo?»
Data: 12 de Novembro de 2010
Horário: 9H00 – 18H00
Local: Auditório Ilídio Pinho – Universidade Católica do Porto (Campus da Foz)
Reflectir em torno das várias respostas que existem, ao nível da cidade do Porto, para a população sem-abrigo e repensar novas estratégias tendo em vista uma eficaz e efectiva inclusão social desta população, é o objectivo deste debate. O programa definitivo da iniciativa será divulgado em breve. No entanto, já é possível fazer inscrições (gratuitas) enviando um e-mail ao cuidado de Dra. Paula Cruz: paula.cruz@reapn.org ou através do telefone: 225420800.

2.7.10

Esta é a nossa rua...

A Avenida Almirante Reis em Lisboa é seguramente a artéria mais multicultural do país. A qualquer hora do dia ou da noite cruzamo-nos ali com chineses, africanos, indianos, paquistaneses, bangladechianos, brasileiros, europeus de leste ... e até portugueses. A diversidade não é apenas étnica mas também social: cá em baixo, na zona tradicionalmente mais popular, a avenida é pobre e degradada, habitada sobretudo por idosos e imigrantes e ensombrada pelo estigma do “Intendente” e da “sopa dos pobres”; depois, à medida que subimos em direcção ao Areeiro, a avenida vai ficando cada vez mais branca, larga e farta para acabar num bairro típíco da alta burguesia lisboeta. O documentário “Esta é a nossa rua” é uma viagem pelos muitos mundos que se cruzam nestes dois quilómetros e meio de Lisboa. Calcorreámos a avenida guiados por quem lá vive e trabalha, fomos descobrir o que os prende ali, os seus sonhos e desilusões, o que pensam do “outro” – o “outro” que mora mesmo ao lado, na Avenida.

A autoria e realização do documentário é da jornalista Margarida Metello*, a imagem é de Paulo Aleixo, a edição de Mário Rui Miranda e a produção de Ana Lucas.
* vencedora da 3.ª edição do prémio de jornalismo, direitos humanos e integração, 2010.

30.6.10

Social Protection & Social Inclusion

Joint Report on Social Protection and Social Inclusion 2010

O Relatório Conjunto de 2010 sobre Protecção e Inclusão Social abrange uma série de áreas incluindo a política de inclusão social, habitação, cuidados de saúde, o impacto da crise económica sobre os regimes de pensões e de governo. O estudo analisa a situação social na EU 27, antes e durante a crise económica e financeira, e aponta para respostas de recuperação por parte dos Estados Membros. O relatório também inclui o estudo dos sem-abrigo e da exclusão habitacional de cada Estado-Membro.
Dísponivel aqui.

7.6.10

Curta Metragem "Momentos"


Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu. Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo. Momentos, fala-nos sobre sensações, sobre um mendigo que reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.
Produzida na cidade do Porto, envolveu cerca de 30 pessoas entre equipa técnica e artística liderada por Nuno Rocha que começa a ser um realizador de sucessos. A rodagem durou 3 dias depois de um adiamento devido à chuva que se fez sentir durante o mês de Abril.
A produção esteve a cargo da jovem produtora FilmesDaMente .

MOMENTOS from Nuno Rocha on Vimeo.