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13.1.11

2ª Conferência Internacional sobre o Abuso e Negligência de Crianças


Ao longo dos dias 13 e 14 de Maio de 2011 realiza-se, na Fundação Eng. António de Almeida, no Porto, a 2ª Conferência Internacional sobre o Abuso e Negligência de Crianças, onde serão tratados temas como «Abuso de crianças. Decisões judiciais», «Protocolo de entrevista forense a crianças vítimas de abuso. Porquê e para quê?» ou «Porque "não existem" certos abusos em Portugal?».

No âmbito da Conferência Internacional, dias 10 e 11 de Maio terá lugar o 1º Curso de Entrevista Forense e, no dia seguinte, o Workshop de Abordagem no Abuso de Crianças e a 1ª Reunião da Assembleia-Geral da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Criança Abusada e Negligenciada (SPECAN).


Coordenação: Teresa Magalhães


PROGRAMA:

Sexta-feira, 13 de Maio 2011

08:00 Abertura do Secretariado e colocação de Posters - Aberto desde dia 12

09:00 Sessão de Abertura e Conferência

Sessões plenárias
- Protocolo de entrevista forense a crianças vítimas de abuso. Porquê e para quê?
- Porque 'não existem' certos abusos em Portugal?
- Risco. Da avaliação à intervenção
- Abordagem multidisciplinar da morte na criança. O 'Kennedy report'

Discussão dos Posters


Sábado, 14 de Maio 2011

Sessões plenárias
- Abuso de crianças. Decisões judiciais
- O modelo do 'Child Advocacy Center'.
Pode este ser adaptado ao sistema português de intervenção nos casos de abuso e negligência de crianças?

Sessão de encerramento e atribuição do prémio 'SPECAN 2010' para o melhor poster


Para mais informações:
Email: conference@specan.org

Inscrição:
2º Conferência Internacional: 50€
2º Workshop: 20€
2º Conferência Internacional + 2º Workshop: 60€
1º Curso de Entrevista Forense: 45€

A inscrição pode ser efectuada online AQUI de 1 de Fevereiro a 31 de Março de 2011.

11.10.10

III Fórum de Crianças em Risco (Barcelos)





Dia 12 de Outubro de 2010 terá lugar, no Auditório da Câmara Municipal de Barcelos, o "III FÓRUM DE CRIANÇAS EM RISCO". Organizado por profissionais do Hospital Santa Maria Maior, EPE Barcelos, o Fórum é dirigido a Médicos, Enfermeiros, Professores, Educadores de Infância, Psicólogos, Assistentes Sociais, bem como toda a População em Geral.




Comissão Organizadora:


Ivone Teixeira (Pediatra)


Daniela Simões (Psicóloga)


Júlia Pogeira (Assistente Social)


Aura Gonçalves (Enfermeira)


Luís Moniz (Jurista)



Programa:



19.9.10

Crianças e Jovens em Risco: Sujeitos de Vida e de Esperança

Decorrerá no auditório 1 da Universidade Católica Portuguesa (pólo da Foz), no dia 8 de Outubro de 2010 pelas 9h00.


Esta iniciativa pretende promover um espaço de reflexão conjunta ao nível da partilha de experiências diversificadas, constituindo-se, desta forma, num momento de valor acrescentado para todos.


Informações/Inscrições:
Lar Nossa Senhora do Acolhimento
Rua Dr. Aires de Gouveia Osório, 172
4100 Porto
Telefone: 22 617 51 87

14.6.10

Reflexão Notícias # 3 ("90% das crianças em risco ficam em família")



Cerca de 90% das medidas de protecção a crianças e jovens em risco são aplicadas em meio natural, ou seja, mantendo o menor no contexto familiar. O que exige um acompanhamento próximo por parte das entidades locais, o que nem sempre acontece.
O alerta é de Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, que organizou, na semana passada, um encontro de avaliação do funcionamento das comissões locais.
A manutenção das crianças no seio da família, "preservando o laço biológico e a responsabilidade afectiva", é, na opinião de Armando Leandro "a situação ideal". É esse, aliás, o sentido da lei, por forma a evitar a institucionalização, desde que sejam encontradas soluções que garantam o bem-estar do menor no âmbito da família alargada.
Para que a medida de protecção seja efectiva, é preciso assegurar um acompanhamento próximo, sublinha o presidente da CNPCJR, que defende que devem ser as entidades de base - autarquias, escolas, centros de saúde e Segurança Social - a garantir o cumprimento das acções concretas. O que nem sempre acontece, pelo que constitui o grande desafio das comissões de protecção, para Armando Leandro.
Na opinião deste responsável, as comissões não têm capacidade, face ao número de processos, de fazer todas as visitas ou seguir todos os passos do projecto de promoção da família e da criança em risco, pelo que essas tarefas devem ser asseguradas pelas entidades locais.
A questão da falta de técnicos não é nova e, segundo Armando Leandro, está a ser colmatada desde 2006, altura em que as comissões foram dotadas de mais 188 técnicos de apoio. "Tem havido melhorias", sublinha.
A maioria das situações sinalizadas às autoridades respeitam a famílias economicamente pobres, embora "o perigo seja transversal a toda a sociedade". No entanto, a vulnerabilidade económica e social dá visibilidade acrescida a casos de negligência ou maus-tratos, sendo os abusos relacionais e afectivos mais difíceis de detectar, principalmente em famílias economicamente estáveis.