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10.4.15

Curso: Crianças e jovens em risco (Lisboa)

4º Curso: Crianças e jovens em risco


Objectivos: Adquirir conhecimentos e desenvolver competências para intervir em situações de risco e perigo, no âmbito do Sistema de Promoção e Protecção de Crianças e Jovens

Competências: Conhecer o Sistema de Promoção e Protecção de Crianças e Jovens; Intervir em situações de risco e perigo

Programa 

  • ABORDAGEM CENTRADA NA FAMÍLIA (6h) – Princípios centrados na família. Avaliação e intervenção centrados na família. Plano individual de intervenção.
  • MAUS TRATOS, RISCO E PERIGO (6h) – Maus tratos e negligência: diagnóstico e intervenção. Factores de risco e protecção. Consequências do abuso para a criança.
  • MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PROTEÇÃO (6h) - Sistema de Promoção e Proteção de crianças e jovens em vigor.
  • INTERVENÇÃO DA COMUNIDADE (6h) – A intervenção das entidades com competência em matéria de infância e juventude.
  • ACOLHIMENTO FAMILIAR (6h) – Princípios, orientações actuais e boas práticas no acolhimento familiar.
  • ACOLHIMENTO RESIDENCIAL (6h) – Princípios, orientações actuais e boas práticas no acolhimento residencial.

Metodologias: Exposições teórico-práticas. Exercícios práticos. Discussão de casos

Calendarização: Sábado, Abril 18, 2015 a Sábado, Junho 6, 2015

Mais informações aqui.

19.8.14

Encontro Temático Inter-CPCJ's (Cantanhede)



“A Criança sujeito de Direitos: Prevenir na família, na escola, na comunidade e os desafios do futuro…”


Mais informações:
Susana Lima - EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza (
Núcleo Distrital de Coimbra)
Estrada de Coselhas, Quinta da Conchada, Lote 19/20, 1º dto, 3000-125 Coimbra
Tel. 00351 239 834 241 Fax. 00351 239 840 796 
coimbra@eapn.pt | www.eapn.pt

8.6.14

I Encontro Laços “Mediar a Família para Proteger a Criança" (Braga)






Participação gratuita, mas sujeita a inscrição prévia para lacosfvg@gmail.com ou 253 307 310

Mais informaçãoes aqui.

12.6.13

Concurso de Papers no âmbito do Projeto VITA

Regulamento Concurso de Papers no âmbito do Projeto VITA

1. Introdução
A APC – Associação Projecto Criar, no âmbito do Projecto VITA, irá realizar 4 Fóruns sobre as “Boas e más práticas na condução dos processos junto das CPCJs – Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Risco”, em Setembro e Novembro de 2013 e Março e Junho de 2014 (datas a disponibilizar no blog da APC).

2. O Projeto VITA tem como principais objetivos:
a) Criação do espaço VITA, com vista ao apoio às vítimas de violência doméstica e maus tratos, assédio moral e/ou sexual, de maneira a melhorar os mecanismos de apoio e consulta jurídica, fora do contexto judiciário, incluindo as vítimas de TSH para fins de exploração sexual ou para crianças abusadas sexualmente;
b) Criação de um manual de boas práticas a adotar nas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, com vista a prevenir a revitimização das vítimas, sendo as crianças as vítimas mais vulneráveis e menos protegidas pelo sistema;
c) Desmistificar o tema do abuso sexual de crianças e jovens e do tráfico para fins de exploração sexual de crianças e mulheres;
d) Reforçar a articulação das respostas policiais e judiciárias existentes para as crianças e jovens em risco no âmbito da violência vicariante.

3. Organização dos Fóruns
Os Fóruns serão organizados em conjunto com intervenientes dos Centros de Estudos Judiciários, Conselhos Distritais da Ordem dos Advogados, Coordenações Distritais da Procuradoria-Geral da República, Comandos Distritais da GNR e da PSP, estruturas sindicais representativas das diferentes profissões associadas a estas entidades, Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco, Ordem dos Psicólogos, Ministérios; Autoridade Central (Convenções Internacionais), Segurança Social; Associações Juvenis, pretende-se debater a forma como os processos são dirigidos e analisados pelos/as técnicos/as das CPCJ’s com vista a verificar se a forma utilizada até ao momento é mais correta, se existem alternativas mais eficazes e quais as soluções para melhorar as práticas.

4. Apresentação dos Papers
A APC – Associação projecto criar pretende ouvir a opinião da Comunidade em Geral, em relação a algum estudo / investigação que tenham levado a cabo no âmbito da atuação das CPCJ'S ou sobre alguma vivência que tenham tido numa CPCJ, na qualidade de técnico/a ou vítima, relatando o que aconteceu, a forma como foram tratados/as e se conseguiram resolver o vosso problema.

5. Conteúdo dos Papers
Os textos dos Papers deverão ter o máximo de 5 páginas e espelhar a experiência de cada um/uma no relacionamento com as CPCJs, quer no âmbito dos seus procedimentos, no âmbito da prevenção, quer como utente e/ou a algum estudo/investigação que tenham levado a cabo no âmbito da atuação das CPCJ'S.

6. Participação
Este concurso é aberto a todos os/as cidadãos/ãs residentes em Portugal, com idade igual ou superior a 18 anos.
Os Papers deverão ser enviados até ao dia 15 de Maio de 2014 para análise.
O vencedor será anunciado no dia 20 de Junho de 2014, dia anterior ao último fórum - em local ainda a designar.

7. Composição do Júri
O Júri será composto por elementos destacados pela direção da APC – Associação Projeto Criar e elementos de algumas CPCJ’s, parceiras neste projeto.

8. Critérios de Avaliação
O Júri terá os seguintes critérios na avaliação dos Papers enviados:
· Importância da situação descrita;
· Impacto da experiência vivida no relacionamento com as CPCJs;
· Contributo para melhoria das práticas utilizadas pelas CPCJs .

9. Incentivos
O melhor texto aparecerá no manual de “Boas Práticas” que irá ser elaborado no final do projecto e será premiado no último Fórum, a realizar em Junho de 2014, com um vale de 100€ em compras na FNAC e a inscrição durante um ano como associado/a na APC sem pagamento de Jóia e respetivas quotas.

10. Responsabilidade
A APC – Associação Projecto Criar e a equipa organizadora do Fóruns não podem ser consideradas responsáveis pela anulação, adiamento ou alteração do concurso, devido a circunstâncias imprevistas ou casos de força maior.

11. Exclusão
A equipa organizadora deste concurso reserva-se o direito de excluir, propostas submetidas no decorrer do mesmo.

12. Aceitação da regulamentação
a) A participação no concurso implica a plena aceitação das normas do presente regulamento.
b) A decisão do Júri é soberana e não haverá lugar a qualquer tipo de recurso.

13. Notas
A deliberação sobre casos omissos a que o regulamento não dê resposta, será da responsabilidade da equipa Técnico-operacional da APC – Associação Projecto Criar.

2.5.13

Curso de Avaliação e Intervenção nos Maus Tratos na Infância (Porto e Lisboa)

Objectivos
- Conhecer e entender o sistema de promoção e proteção dos menores em portugal;
- Avaliação e Intervenção com crianças vítimas de maus tratos;
- Intervir em casos práticos, simulados da realidade.


Conteúdos Programáticos
1. O sistema de Protecção à Infância e Juventude
  • Entidades com Competência em Matéria de Infância e Juventude
  • Comissões de Protecção de Crianças e Jovens
  • Tribunais
2. O Processo de Promoção e Protecção na CPCJ
  • Consentimento e não oposição
  • A audição da criança e da família
  • Medidas de Promoção e Protecção e Acordos de Promoção e Protecção
  • Comunicações obrigatórias ao Ministério Público
  • Procedimentos de Urgência
3. A abordagem eco-sistémica dos maus-tratos a crianças e jovens
  • Protocolos de avaliação dos 0 aos 18 anos
  • Planos de Recolha de Informações
  • Planos de Intervenção
4. Articulação Interinstitucional e Execução de Medidas de Promoção e Protecção
  • Projectos de Intervenção Centrada da Família
  • O papel das forças policiais
  • A actuação dos Profissionais de Educação
  • A importância da actuação dos Profissionais de Saúde
5. Análise de Casos práticos


Calendarização e carga horária:

Porto
Maio: 8, 15, 22 e 29
4ª Feiras (19:00-23:00 Horas)

Lisboa
Maio: 18 e 25
Sábados (9:00-18:00 Horas)

Carga Horária: 16 Horas


Local de Realização

Porto: 
Av. Comendador Ferreira de Matos, nº443/449
4450-124 Matosinhos

Lisboa:
Rua Nova da Trindade, Nº22, 1º Andar
1200-303 Lisboa


Preço:
115€ (pronto Pagamento)
2 x 65€(Pagamento faseado)

Mais informações aqui.

15.3.13

A CPCJ e a Comunidade (Lisboa)

A CPCJ Lisboa Ocidental irá realizar o Encontro A CPCJ e a Comunidade , que terá lugar no próximo dia 20 de março de 2013, nas Oficinas de S. José (Auditório 1), entre as 9h e as 16:30h.

O Encontro tem como objetivos a apresentação e reflexão participada sobre o diagnóstico da Comissão Alargada da CPCJ Lisboa Ocidental enquadrando-o na atual conjuntura socioeconomica que o país atravessa.

Inscrições gratuitas até ao dia 15 de Março de 2013 para: cpcjlxo.eventos@gmail.com



26.2.13

Cursos para Agentes Sociais (Porto)



Local da formação: Universidade Católica - Polo Foz

Datas: 
Curso 1: 01 a 16 de março
Curso 2: 22 de março a 06 de abril
Curso 3; 12 a 27 de abril

Tema gerais:
- Igualdade de género
- Violência domestica
- Abuso sexual de crianças
- Processos Tutelares Cíveis
- Processos de promoção e protecção de crianças e jovens em perigo
- Processos crime

Coordenação Científica: Prof.ª Doutora Maria Clara Sottomayor
Com a colaboração de: Carlos Peixoto, Maria Teresa Magalhães, Celina Manita, António Salema, Ana Sani, Ana Teresa Ribeiro, Ana Costa, Bruna Jil Veiga, Leonor Valente Monteiro, Norberto Martins, Rita Braga da Cruz, Joana Azevedo da Costa, Joana Trigó.

Contactos/Inscrições: projectocriar@gmail.com 
222 085 949 222 017 137 934 961 540
Custo: Gratuito


22.9.12

II Encontro "Novos Desafios e Oportunidades para as Famílias em Mudança" (Gafanha da Nazaré)


«A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ílhavo encontra-se a organizar o seu II Encontro intitulado "Novos Desafios e Oportunidades para as Famílias em Mudança", que decorrerá no próximo dia 12 de outubro (sexta feira), no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré.

As inscrições são gratuitas e poderão ser efectuadas até ao próximo dia 8 de outubro.

14.6.10

Reflexão Notícias # 3 ("90% das crianças em risco ficam em família")



Cerca de 90% das medidas de protecção a crianças e jovens em risco são aplicadas em meio natural, ou seja, mantendo o menor no contexto familiar. O que exige um acompanhamento próximo por parte das entidades locais, o que nem sempre acontece.
O alerta é de Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, que organizou, na semana passada, um encontro de avaliação do funcionamento das comissões locais.
A manutenção das crianças no seio da família, "preservando o laço biológico e a responsabilidade afectiva", é, na opinião de Armando Leandro "a situação ideal". É esse, aliás, o sentido da lei, por forma a evitar a institucionalização, desde que sejam encontradas soluções que garantam o bem-estar do menor no âmbito da família alargada.
Para que a medida de protecção seja efectiva, é preciso assegurar um acompanhamento próximo, sublinha o presidente da CNPCJR, que defende que devem ser as entidades de base - autarquias, escolas, centros de saúde e Segurança Social - a garantir o cumprimento das acções concretas. O que nem sempre acontece, pelo que constitui o grande desafio das comissões de protecção, para Armando Leandro.
Na opinião deste responsável, as comissões não têm capacidade, face ao número de processos, de fazer todas as visitas ou seguir todos os passos do projecto de promoção da família e da criança em risco, pelo que essas tarefas devem ser asseguradas pelas entidades locais.
A questão da falta de técnicos não é nova e, segundo Armando Leandro, está a ser colmatada desde 2006, altura em que as comissões foram dotadas de mais 188 técnicos de apoio. "Tem havido melhorias", sublinha.
A maioria das situações sinalizadas às autoridades respeitam a famílias economicamente pobres, embora "o perigo seja transversal a toda a sociedade". No entanto, a vulnerabilidade económica e social dá visibilidade acrescida a casos de negligência ou maus-tratos, sendo os abusos relacionais e afectivos mais difíceis de detectar, principalmente em famílias economicamente estáveis.